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- 通販番号
- 1001637051
- 発売日
- 2012年02月24日
- EAN
- 7892141645218
¥2,305
(税込)
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商品詳細情報
ミナス出身のサンバ系SSWとして90年代末よりコンスタントにアルバムをリリースし好評を博すヴァンデル・リーの2012年作品。2004年のライブ盤でも共演し、ヴァンデルが敬愛する偉大なサンビスタ、エルザ・ソアレスに因んだレパートリーを披露するコンセプト。時にパワフルで、そして聴くほどに味わい深いバチーダを、ヴァンデルのヴィオラォンを中心としたアコースティック・アンサンブルで奏でる好作。
Sambarroco (AO VIVO)
Num tempo de samba rock, “Sambarroco”, porque Minas tem jeito diferente de fazer samba. Barroco, sinuoso nos detalhes, exuberante no colorido, desconcertante nas harmonias. E Vander Lee é o cara certo para mostrar esse espírito mineiro que transcende fronteiras. Afinal, não foi de graça que Elza Soares disse que Vander Lee tinha o suingue dos anos 2000. O disco abre com a faixa-título, uma bate-bola com o bamba do novo samba Dudu Nicácio. “Um samba de amor barroco”, na feliz classificação de Vander Lee. Segue com “Lado Bamba”, tema que nasceu instrumental, para abrir o show de preparação do disco, e que foi ganhando letra ao longo da carreira do espetáculo.
Das origens do choro, que nasceu do sotaque brasileiro de tocar música européia, veio “Boramar”. Brincadeira com a expressão “vamos embora amar”, surgiu de uma viagem à Europa e das tardes ouvindo os grupos regionais tocando música popular francesa pelas ruas de Paris. Um choro com contraste da melodia pop. “Terno Cinza”, é uma bossa mineira que lembra o outono do Rio, com “gostinho de ressaca boa e “uma tristeza elegante”. “Estrela”, traz um lado congadeiro, de raiz. “Arlequim”, nascida na quarta- feira de cinzas de um carnaval em que ficou em casa, essa marcha de tempero ouropretano trata de um personagem que ficou magoado por ter sido deixado em casa durante o carnaval: A valsa “Beleza Fria” é inspirada numa suposta noite de boemia, em que o personagem, depois de um belo fora de uma “manequim de vitrine”, volta pra casa filosofando sobre a cultura do ego e da beleza fabricada. Já “Pimenta Malagueta”, mistura salsa, merengue, samba e ijexá. Conta uma história baseada em frases e expressões colhidas nas conversas com os amigos, como a matadora: “não cospe no trapo que tu comeu, não maltrata este traste que um dia foi seu.”
O disco vai chegando ao fim. Mas antes, a lembrança da infância, das expressões que os pais interioranos provocaram o samba rural “Vai Assombrar Porco”, uma pagode de viola que trata, com humor, de formas de exclusão e diferenças de classes. O final oficial acontece com a versão com motor, suspensão e lataria do “Sambado”, que ele havia gravado de voz e violão no disco ao vivo de 2003, e surge com esplendor de grande escola com arranjo cheio de manha de quem tem manha de fazer o carro pra andar em qualquer situação. Acústico e animado, “Sambarroco” é Vander Lee na sua essência, numa importante ponte com as novas visões da música dos novos talentos da música mineira, que ele tão bem defende e representa.
Sambarroco (AO VIVO)
Num tempo de samba rock, “Sambarroco”, porque Minas tem jeito diferente de fazer samba. Barroco, sinuoso nos detalhes, exuberante no colorido, desconcertante nas harmonias. E Vander Lee é o cara certo para mostrar esse espírito mineiro que transcende fronteiras. Afinal, não foi de graça que Elza Soares disse que Vander Lee tinha o suingue dos anos 2000. O disco abre com a faixa-título, uma bate-bola com o bamba do novo samba Dudu Nicácio. “Um samba de amor barroco”, na feliz classificação de Vander Lee. Segue com “Lado Bamba”, tema que nasceu instrumental, para abrir o show de preparação do disco, e que foi ganhando letra ao longo da carreira do espetáculo.
Das origens do choro, que nasceu do sotaque brasileiro de tocar música européia, veio “Boramar”. Brincadeira com a expressão “vamos embora amar”, surgiu de uma viagem à Europa e das tardes ouvindo os grupos regionais tocando música popular francesa pelas ruas de Paris. Um choro com contraste da melodia pop. “Terno Cinza”, é uma bossa mineira que lembra o outono do Rio, com “gostinho de ressaca boa e “uma tristeza elegante”. “Estrela”, traz um lado congadeiro, de raiz. “Arlequim”, nascida na quarta- feira de cinzas de um carnaval em que ficou em casa, essa marcha de tempero ouropretano trata de um personagem que ficou magoado por ter sido deixado em casa durante o carnaval: A valsa “Beleza Fria” é inspirada numa suposta noite de boemia, em que o personagem, depois de um belo fora de uma “manequim de vitrine”, volta pra casa filosofando sobre a cultura do ego e da beleza fabricada. Já “Pimenta Malagueta”, mistura salsa, merengue, samba e ijexá. Conta uma história baseada em frases e expressões colhidas nas conversas com os amigos, como a matadora: “não cospe no trapo que tu comeu, não maltrata este traste que um dia foi seu.”
O disco vai chegando ao fim. Mas antes, a lembrança da infância, das expressões que os pais interioranos provocaram o samba rural “Vai Assombrar Porco”, uma pagode de viola que trata, com humor, de formas de exclusão e diferenças de classes. O final oficial acontece com a versão com motor, suspensão e lataria do “Sambado”, que ele havia gravado de voz e violão no disco ao vivo de 2003, e surge com esplendor de grande escola com arranjo cheio de manha de quem tem manha de fazer o carro pra andar em qualquer situação. Acústico e animado, “Sambarroco” é Vander Lee na sua essência, numa importante ponte com as novas visões da música dos novos talentos da música mineira, que ele tão bem defende e representa.
ソングリスト
Disc 1
-
1. Sambarroco
-
2. Lado Bamba
-
3. Boramar
-
4. Terno Cinza
-
5. Estrela
-
6. Arlequim
-
7. Beleza Fria
-
8. Pimenta Malagueta
-
9. Vai Assombrar Porco
-
10. Sambado
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